JÚRI SIMULADO
Caso: eutanásia ativa
- Paciente: Julia
- Idade: 18 anos
- Estado Civil: Solteira
A paciente sofre de síndrome metabólica degenerativa, que paralisa o corpo aos poucos. Ela se encontra em estado vegetativo há 10. Seu cérebro ainda apresenta algumas atividades, mas os médicos não acreditam que há uma chance de cura.
A única coisa que a mantém viva são maquinas ligadas por todo seu corpo.
• Defesa: 1 advogado e3 assessores: A paciente possui dois irmãos mais velhos. Ambos são a favor do desligamento das maquinas:
- Primeiro irmão: Fernando
- Idade: 25 anos
- Estado Civil: Casado
- Segundo irmão: Daniel
- Idade: 21 anos
- Estado Civil: Solteiro
- Testemunhas de Defesa:
• 3 médicos e 2 enfermeiras que presenciam o sofrimento diário da paciente.
• Um especialista em casos de eutanásia para explicar ao júri todo o sofrimento da paciente e da família.
- Argumentos usados pela defesa:
• Sofrimento físico e psicológico contínuo e desnecessário
• A morte já é uma certeza, a eutanásia só adiantaria algo certo.
- Provas:
A equipe médica levará laudos que indicam a situação da paciente e também fotos da mesma que possui feridas por todo o corpo devido a mesma posição em que fica.
• Promotoria: 1 promotor e 3 assessores
Pai: José
Idade: 52
Estado Civil: Casado
Mãe: Ana
Idade: 46
Estado Civil: Casada
- Testemunhas:
- A própria Mãe
- Presidente de uma ONG contra a Eutanásia
- Padre
- Argumentos usados pela promotoria:
• A mãe alega que a filha tinha medo de morrer e, antes de entrar em estado vegetativo, pediu que a mantivessem viva a qualquer custo.
• Utiliza a constituição como forma de proibir.
• Abordar a questão religiosa.
- Provas
• O ato de aplicar a injeção letal configura homicídio
• Teria de ser aberta uma exceção à Constituição que proíbe a prática da eutanásia.
Júri: 7 Pessoas
Juíz: obviamente 1 pessoa
Defesa:
Irmão 1: Gabriel H.
Irmão 2: Waldemar
Advogada: Larissa
Assessor 1:Celso
Assessor 2:Douglas
Assessor 3:Laís Verdi
Médica 1:Karina
Médica 2:Letícia
Médica 3:Heloísa
Enfermeira1: Lígia
Enfermeira 2:Débora
Especialista: Felipe
Promotoria:
Pai : Ricardo
Mãe:Marcela P.
Promotor: Gustavo
Assessores 1:Matheus Z.
2: Eduardo
3: Cléber
Presidente: Iuri
Padre: Renan
Júri: São as 14 pessoas que sobraram
Juíza: Laura
Meirinho: Rodrigo
Histórico da Paciente Júlia
Júlia já nascera com sintomas da síndrome metabólica, mas até então os médicos (a mesma equipe que está escrita na defesa) conseguiam amenizar a sua situação, até o dia em que não foi mais possível e a paciente teve de ser ligada a aparelhos para continuar vivendo.Antes disso, porém, levava uma vida normal dentro de seus limites, era carismática e comunicava-se principalmente através de desenhos.Os médicos já tinham alertado os pais que de qualquer forma a menina acabaria passando o resto de sua vida numa cama.
Os dois irmãos, na época em que Júlia entrou em estado vegetativo, tinham apenas 11 e 15 anos, e presenciaram todo o sofrimento da irmã, o que os deixou traumatizados, levando-os então a entrar com o processo assim que atingissem a maioridade.
Os pais ficaram muito abalados com a situação da filha, mas a mãe alega que Júlia queria muito viver, que ela conseguia ver isso nos olhos da filha. Sendo também católica, a mãe não descumpriria um dos mais importantes mandamentos. O pai passou a ter complicações no emprego , por faltar muitas vezes para ir ao hospital.
O tempo só piorou a situação da menina que acabou por desenvolver escorbutos devido a mesma posição em que ficava( a defesa deverá apresentar como provas, conforme escrito na peça, fotos dessa situação). A mãe praticamente morava no hospital, não abandonava a filha, o que lhe custou um grande desgaste emocional.
O início do processo gerou um certo distanciamento entre os pais e os dois filhos.
PARA A DEFESA:
O especialista é um médico pesquisador que estudou durante anos, vários casos como o de Júlia e, portanto, possui argumentos comprovados – que deverão ser apresentados no dia da audiência – de que a eutanásia é a melhor saída para um paciente terminal.
PARA A PROMOTORIA:
O presidente da ONG apresentará relatos de famílias que conviveram com o mesmo problema e nem por isso optaram pela eutanásia.
O Padre pode utilizar de argumentos religiosos, mas sem dar sermão, afinal isso é uma audiência judicial.
Caso: eutanásia ativa
- Paciente: Julia
- Idade: 18 anos
- Estado Civil: Solteira
A paciente sofre de síndrome metabólica degenerativa, que paralisa o corpo aos poucos. Ela se encontra em estado vegetativo há 10. Seu cérebro ainda apresenta algumas atividades, mas os médicos não acreditam que há uma chance de cura.
A única coisa que a mantém viva são maquinas ligadas por todo seu corpo.
• Defesa: 1 advogado e3 assessores: A paciente possui dois irmãos mais velhos. Ambos são a favor do desligamento das maquinas:
- Primeiro irmão: Fernando
- Idade: 25 anos
- Estado Civil: Casado
- Segundo irmão: Daniel
- Idade: 21 anos
- Estado Civil: Solteiro
- Testemunhas de Defesa:
• 3 médicos e 2 enfermeiras que presenciam o sofrimento diário da paciente.
• Um especialista em casos de eutanásia para explicar ao júri todo o sofrimento da paciente e da família.
- Argumentos usados pela defesa:
• Sofrimento físico e psicológico contínuo e desnecessário
• A morte já é uma certeza, a eutanásia só adiantaria algo certo.
- Provas:
A equipe médica levará laudos que indicam a situação da paciente e também fotos da mesma que possui feridas por todo o corpo devido a mesma posição em que fica.
• Promotoria: 1 promotor e 3 assessores
Pai: José
Idade: 52
Estado Civil: Casado
Mãe: Ana
Idade: 46
Estado Civil: Casada
- Testemunhas:
- A própria Mãe
- Presidente de uma ONG contra a Eutanásia
- Padre
- Argumentos usados pela promotoria:
• A mãe alega que a filha tinha medo de morrer e, antes de entrar em estado vegetativo, pediu que a mantivessem viva a qualquer custo.
• Utiliza a constituição como forma de proibir.
• Abordar a questão religiosa.
- Provas
• O ato de aplicar a injeção letal configura homicídio
• Teria de ser aberta uma exceção à Constituição que proíbe a prática da eutanásia.
Júri: 7 Pessoas
Juíz: obviamente 1 pessoa
Defesa:
Irmão 1: Gabriel H.
Irmão 2: Waldemar
Advogada: Larissa
Assessor 1:Celso
Assessor 2:Douglas
Assessor 3:Laís Verdi
Médica 1:Karina
Médica 2:Letícia
Médica 3:Heloísa
Enfermeira1: Lígia
Enfermeira 2:Débora
Especialista: Felipe
Promotoria:
Pai : Ricardo
Mãe:Marcela P.
Promotor: Gustavo
Assessores 1:Matheus Z.
2: Eduardo
3: Cléber
Presidente: Iuri
Padre: Renan
Júri: São as 14 pessoas que sobraram
Juíza: Laura
Meirinho: Rodrigo
Histórico da Paciente Júlia
Júlia já nascera com sintomas da síndrome metabólica, mas até então os médicos (a mesma equipe que está escrita na defesa) conseguiam amenizar a sua situação, até o dia em que não foi mais possível e a paciente teve de ser ligada a aparelhos para continuar vivendo.Antes disso, porém, levava uma vida normal dentro de seus limites, era carismática e comunicava-se principalmente através de desenhos.Os médicos já tinham alertado os pais que de qualquer forma a menina acabaria passando o resto de sua vida numa cama.
Os dois irmãos, na época em que Júlia entrou em estado vegetativo, tinham apenas 11 e 15 anos, e presenciaram todo o sofrimento da irmã, o que os deixou traumatizados, levando-os então a entrar com o processo assim que atingissem a maioridade.
Os pais ficaram muito abalados com a situação da filha, mas a mãe alega que Júlia queria muito viver, que ela conseguia ver isso nos olhos da filha. Sendo também católica, a mãe não descumpriria um dos mais importantes mandamentos. O pai passou a ter complicações no emprego , por faltar muitas vezes para ir ao hospital.
O tempo só piorou a situação da menina que acabou por desenvolver escorbutos devido a mesma posição em que ficava( a defesa deverá apresentar como provas, conforme escrito na peça, fotos dessa situação). A mãe praticamente morava no hospital, não abandonava a filha, o que lhe custou um grande desgaste emocional.
O início do processo gerou um certo distanciamento entre os pais e os dois filhos.
PARA A DEFESA:
O especialista é um médico pesquisador que estudou durante anos, vários casos como o de Júlia e, portanto, possui argumentos comprovados – que deverão ser apresentados no dia da audiência – de que a eutanásia é a melhor saída para um paciente terminal.
PARA A PROMOTORIA:
O presidente da ONG apresentará relatos de famílias que conviveram com o mesmo problema e nem por isso optaram pela eutanásia.
O Padre pode utilizar de argumentos religiosos, mas sem dar sermão, afinal isso é uma audiência judicial.